
A Carteira BB Dividendos encerrou março de 2025 mantendo sua performance superior ao Índice de Dividendos da B3 (IDIV), reforçando sua consistência em diversos períodos históricos. O bom desempenho reflete a seleção criteriosa de ativos e a estratégia de reajuste trimestral, que busca equilibrar valorização e pagamento recorrente de dividendos.
Em abril, a carteira manterá os mesmos dez ativos escolhidos no início de março, reforçando a confiança na composição atual até o final do trimestre, em maio de 2025.
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Composição da Carteira BB Dividendos para abril e maio de 2025

A estratégia da Carteira BB Dividendos prevê reavaliações a cada três meses, permitindo ajustes conforme as projeções de mercado. No início de março, foram realizadas mudanças importantes, resultando na seguinte composição atual:
Empresas que saíram da carteira em março
- Vale (VALE3)
- Cury (CURY3)
- Vibra (VBBR3)
- Taesa (TAEE11)
Empresas que entraram na carteira em março
- Bradesco (BBDC4)
- Direcional (DIRR3)
- Itaúsa (ITSA4)
- Vivo (VIVT3)
Essas ações se juntaram a Cemig (CMIG4), CPFL (CPFE3), Isa Cteep (ISAE4), JBS (JBSS3), Petrobras (PETR4) e Tim (TIMS3), formando o conjunto que permanecerá na carteira pelo menos até o fim de maio.
Estratégia e metodologia da Carteira BB Dividendos
A Carteira BB Dividendos adota uma abordagem multifatorial para selecionar os ativos, priorizando empresas com histórico sólido de pagamento de dividendos e potencial de valorização. A metodologia inclui os seguintes critérios:
1. Histórico de pagamento de dividendos
A carteira considera empresas que demonstraram regularidade no pagamento de dividendos ao longo dos últimos anos, garantindo previsibilidade aos investidores.
2. Expectativa de dividendos futuros
Além do histórico, a análise leva em conta projeções de pagamento de dividendos nos próximos períodos, considerando o desempenho financeiro das empresas e seu posicionamento estratégico no mercado.
3. Avaliação dos múltiplos de mercado
As empresas são analisadas com base em métricas financeiras como:
- Preço/Lucro (P/L): indica o quanto o mercado está disposto a pagar pelo lucro da empresa.
- Preço/Valor Patrimonial (P/VP): mede se a ação está sendo negociada acima ou abaixo do seu patrimônio líquido.
- EV/Ebitda: avalia a relação entre o valor da empresa e seu lucro operacional antes de juros, impostos, depreciação e amortização.
- Retorno sobre o patrimônio líquido (ROE): mede a eficiência da empresa em gerar retorno aos acionistas.
4. Análise técnica para otimização de curto prazo
Embora o foco seja no médio e longo prazo, a estratégia também considera elementos de análise técnica para aproveitar oscilações de curto prazo e otimizar a rentabilidade da carteira.
O desempenho da carteira frente ao mercado

A Carteira BB Dividendos tem como referência o Índice de Dividendos da B3 (IDIV), que reúne empresas reconhecidas pelo pagamento consistente de proventos. Em março de 2025, a carteira novamente apresentou uma performance superior ao índice, reforçando sua consistência.
Esse desempenho positivo fortalece a confiança dos investidores na estratégia da carteira, que busca equilibrar rentabilidade e previsibilidade nos pagamentos de dividendos.
Perspectivas para os próximos meses
A decisão de manter os dez ativos selecionados até maio de 2025 demonstra a convicção dos analistas na escolha feita em março. A expectativa é que essas ações continuem gerando valor para os investidores por meio de dividendos atrativos e potencial de valorização.
A revisão da carteira ocorrerá novamente no final de maio, quando novas análises serão feitas para eventuais ajustes na composição. Até lá, o foco permanece na manutenção do desempenho positivo e na entrega de bons resultados aos investidores.
Conclusão
A Carteira BB Dividendos se mantém como uma estratégia robusta e confiável para investidores que buscam rentabilidade consistente e atraente através de dividendos. Com uma metodologia sólida e a manutenção dos ativos selecionados até maio de 2025, ela continua a superar o índice de referência, consolidando-se como uma escolha vantajosa no cenário atual. A abordagem multifatorial, que combina análises fundamentalistas e técnicas, garante uma seleção de ações com alto potencial de valorização e previsibilidade de proventos. Com um histórico de resultados positivos, a carteira segue otimista, mantendo-se alinhada com as expectativas de investidores em busca de segurança e crescimento no longo prazo.