Automóvel novo, seguro de veículo e dentista pressionam prévia da inflação em BH

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de Belo Horizonte registrou um aumento de 0,32% em março, segundo dados da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (Ipead/UFMG). O resultado representa uma desaceleração em relação à quadrissemana anterior, que apresentou alta de 0,52%, e uma reversão frente à queda de 0,05% observada em fevereiro.

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Conforme o levantamento da Ipead/UFMG, um dos principais motivos foram os aumentos dos preços do Automóvel novo, Seguro voluntário de veículos e Dentista, com 0,19, 0,18 e 0,07 pontos percentuais, respectivamente. Além disso, o café em pó e o leite sofreram uma variação de 0,06 e 0,04 pontos percentuais.

Já as maiores contribuições para segurar a inflação na capital foram as Excursões (-40 p.p.), a Gasolina comum (-0,06 p.p.) e a Refeição fora de casa (-0,06 p.p.). Além disso, estão incluídos o Conserto de automóveis (-0,04 p.p) e cinema (-0,02 p.p).

Cinco maiores contribuições positivas e negativas para a variação do IPCA:

Principais variações do IPCA

De acordo com o Ipead/UFMG, o grupo Alimentação, na totalidade, registrou alta de 1,01%, com destaque para os alimentos in natura, que tiveram crescimento de 3,34%. A alimentação dentro de casa apresentou aumento de 2,50%, enquanto fora de casa houve queda de −0,89%.

Por outro lado, os produtos não alimentares tiveram uma leve alta de 0,17%, com destaque para encargos e manutenção (1,17%) e saúde e cuidados pessoais (1,66%). Já os Artigos de Residência e Transporte, comunicação, energia elétrica, combustíveis, água e IPTU registraram quedas de 0,79% e 0,39%, respectivamente.

Veja a variação do IPCA em março:

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